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O nosso em Seres Vivos #22


Chita

Nome científico: Acinonyx jubatus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Subordem: Feliformia
Família: Felidae
Género: Acinonyx
Espécie: A. jubatus

Outros nomes:
Leopardo-caçador
Guepardo
Onça-africana

Distribuição
As chitas podem, neste momento, ser encontradas no Centro e Sul do continente africano. Este animal já foi presença frequente no Médio Oriente e em alguns territórios asiáticos, embora actualmente seja muito raro avistá-lo nestas paragens.

Solitária
Ao contrário de outros felinos africanos, a chita é um animal solitário, que só se faz acompanhar pelos filhos, se os tiver. Os irmãos também se mantêm juntos durante algum tempo após a mãe considerar que estão preparados para viverem sozinhos.

Velocidade
A chita é um animal extremamente veloz. Apresenta características morfológicas diferentes de outros felinos, nomeadamente, as suas unhas não são retrácteis, e todo o seu corpo é músculo moldado para ser um velocista, não utilizando a força como maior trunfo.
O seu tamanho corporal limita o tamanho das presas que a chita consegue caçar, mas a sua velocidade permite que apanhe presas que também sejam muito ágeis.
Sendo o animal terrestre mais veloz, chega a atingir os 110 km por hora, e nunca pode fazer corridas superiores a 10 segundos. Por este motivo, a chita tem de caçar à primeira, pois se falhar vai ter de esperar até que a sua temperatura volte ao normal para poder voltar a perseguir uma presa. Assim, a chita escolhe uma vítima em campo aberto, e vai lentamente tentar uma aproximação, alheando-se de todos os outros animais, para aumentar a probabilidade de sucesso. Se chegar ao ponto de achar que vai ser bem sucedida, tentará então um ataque de surpresa.

As prezas favoritas das chitas são as gazelas e impalas, que consegue arrastar com facilidade e que permitem não sofrer muitos danos físicos, se eventualmente falhar.


Perigos

Dada a sua estatura e o facto de viver de forma solitária, a chita encontra muitos carnívoros, nomeadamente as hienas, que sistematicamente vão tentar levar a sua presa. Então, quando caça, leva a presa para uma zona mais protegida e de onde possa observar os movimentos em seu redor para mais facilmente poder defender-se.
Reprodução



As chitas têm ninhadas de dois ou três filhotes, e a gestação dura cerca de 90 dias. A mãe amamenta as crias em exclusivo até estas terem cerca de 60 dias, depois e até aos seis meses caça sozinha para eles e por volta dessa altura começa a ensiná-los a caçar. Até aos dois anos, caçam e vivem juntos, e quando a mãe acha que estão preparados para sobreviver sozinhos, desaparece para nunca mais voltar. As jovens crias permanecem ainda juntas durante alguns meses, mas progressivamente vão-se afastando e criando os seus próprios territórios de caça.


Tamanho, peso e esperança de vida
As chitas medem em média 1,30 de comprimento, 75 cm de altura e pesam cerca de 50 kg.
A sua esperança de vida é de 20 anos.

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O nosso mundo em Fotografias #62



Dubai

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O nosso mundo em Fotografias #61


Ibiza

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O nosso mundo em Fotografias #60


Funchal, Madeira


Funchal, Madeira

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O nosso mundo em Fotografias #59


Carrasqueira, Alcácer do Sal

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O nosso mundo em Minerais #18


Volframite 

Classe: Sulfatos
Sistema: Monoclínico
Dureza: 5 a 5,5
Densidade: 7,1 a 7,54
Cor: Castanha escura a negra
Brilho: Sub metálico
Traço: Castanho avermelhado a negro
Clivagem: Perfeita
Fractura: Irregular

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O nosso mundo em Fotografias #58

 
Iheus Bahia, Brasil

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O nosso em Seres Vivos #20


Narval

Nome científico: Monodon monoceros

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Monodontidae
Género: Monodon
Espécie: M. monoceros

Outros Nomes
Baleia-unicórnio

Distribuição
O narval só habita as águas frias junto ao Círculo Polar Ártico, acima dos 70º Norte de latitude, ou seja, a Norte da Islândia. Ocasionalmente, foram registadas presenças destes animais noutros pontos da costa europeia, e mesmo no Mar Mediterrâneo, mas ao contrário do que é habitual, eram animais solitários, provavelmente perdidos, já que normalmente vivem em grupos que têm entre 5 e 10 elementos.
Alimentação

A base da dieta do narval são peixes e cefalópodes, que procura em águas muito profundas, já que estes animais atingem com muita facilidade profundidades superiores a 1000 metros.
Estado de conservação
Não existem dados concretos para se classificar o seu estado de conservação, estando contudo a ser feito um levantamento do número de animais para classificar rapidamente esta espécie, como forma de a proteger, se for caso disso.

Gestação e maturidade sexual
A maturidade sexual do narval ocorre entre os 48 e os 72 meses, para ambos os sexos.
A gestação desta espécie dura em média 13 meses, podendo ir até aos 15, findos os quais nasce normalmente apenas um cria. Porém, não é raro ocorrer uma gravidez múltipla e nascerem dois bebés.

Tamanho

Os narvais medem entre 4,00 e 4,80 metros, sendo as fêmeas geralmente um pouco mais pequenas que os machos. O chifre dos machos, em espiral, pode atingir metade do comprimento total do animal, e em média em 2/1000 casos existem 2 chifres.
Um macho desta espécie pode atingir, em adulto, os 1600 kg. Já as fêmeas raramente ultrapassam os 1200 kg.
Longevidade
Estima-se que a esperança de vida desta espécie seja superior a 50 anos.

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O nosso mundo em Fotografias #57

Avignon, França
Avignon, França

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O nosso mundo em Minerais #17


Albite

Classe: Tectossílicatos
Sistema: Triclínico
Dureza: 6 a 6,5
Densidade: 2,62
Cor: Incolor
Brilho: Não metálico
Traço: Branco
Clivagem: Fácil
Fractura: Concoidal

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O nosso mundo em Fotografias #56


Astúrias

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O nosso mundo em Minerais #16


Quartzo rosa

Classe: Tectossílicatos
Sistema: Trigonal
Dureza: 7
Densidade: 2,65
Cor: Rosa
Brilho: Não metálico
Traço: Branco
Clivagem: Não apresenta
Fractura: Concoidal

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O nosso mundo em Fotografias #55


Montalegre

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O nosso em Seres Vivos #19


Kuhli

Nome científico: Acanthophthalmus kuhlii

Origem
Originário do Sudoeste Asiático, Bornéu, Java, Singapura e Sumatra. O kuhli é um peixe de introdução relativamente recente em aquários particulares na Europa.

Hábitos
Gosta de esconderijos e de viver sozinho, pelo que, por vezes, passa dias escondido no areão. Os hábitos deste animal são um pouco estranhos já que entra em actividade mais intensa quando não existe luz, nessa altura entra em cena em busca de comida, principalmente restos que encontra no fundo do aquário, daí ser importante a sua presença, para ajudar a manter a qualidade da água. Muito pacífico e tímido, o kuhli é um peixe muito agradável para ter num aquário comunitário, embora por vezes seja difícil ver estes peixes por estarem escondidos.

Tamanho
Comprimento quando adulto: 10 cm

Água
Temperatura da água: 22 a 26 ºC

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O nosso mundo em Fotografias #54


Açores

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O nosso mundo em Minerais #15


Phillispsite 

Classe: Tectossílicatos
Sistema: Monoclínico
Dureza: 4 a 5,5
Densidade: 2,2
Cor: Ve Incolor (alocromática)
Brilho: Não metálico
Traço: Branco
Clivagem: Boa
Fractura: Irregular

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O nosso mundo em Fotografias #53


Ilhas fiji

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O nosso mundo em Minerais #14


Olivina 

Classe: Inossílicatos
Sistema: Ortorrômbico
Dureza: 6,5
Densidade: 3,2 a 3,3
Cor: Verde amarelado
Brilho: Não metálico
Traço: Branco
Clivagem: Não apresenta
Fractura: Concoidal

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O nosso mundo em Fotografias #52



Serra do Gerês

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